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Adriane Neves
Minha árvore com seus galhos poéticos.
Textos

Sai contando as moedas e esqueci o troco
Minhas mãos estão ocupadas
Estou pegando a visão
E sinto um incomodo seu por eu ter onde me amparar
Queria o que meu bem?
Que eu tivesse pelo canto
Não percebe que nem eu mesma posso me parar
Desencadeia tudo
Para de dizer não ao mundo
Porque eu vivo lá
É tão gostoso se virar sozinha
Tão livre movimento
Porque sou como criança
Saindo pela primeira vez
Para comprar o pão
Adriane Neves
Enviado por Adriane Neves em 05/11/2018
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